Após assassinato de chapeiro, trans e jovem, outros homicídios cometidos por Thor são descobertos

As prisões de três suspeitos de integrarem um grupo criminoso liderado pelo traficante conhecido como “Thor”, no bairro Chapada, deve ajudar a polícia a esclarecer uma série de homicídios ocorridos em Manaus. Entre eles está o caso de Elias Machado de Jesus, de 19 anos, o chapeiro morto por engano enquanto trabalhava em uma lanchonete.

As prisões de três suspeitos de integrarem um grupo criminoso liderado pelo traficante conhecido como “Thor”, no bairro Chapada, deve ajudar a polícia a esclarecer uma série de homicídios ocorridos em Manaus. Entre eles está o caso de Elias Machado de Jesus, de 19 anos, o chapeiro morto por engano enquanto trabalhava em uma lanchonete.

O crime ocorreu no dia 21 de junho, no estabelecimento localizado na av. Constantino Nery. Segundo a delegada Marília Campêlo, Elden Souza Pires, 19, Edimar da Silva Barreto, 23, o“Xicó” e Raimilson Farias Mafra, 21, são os autores do crime e teriam ido ao local para matar um rival, que era parente de uma outra jovem assassinada por eles no dia 27 de fevereiro deste ano.

“Foram as mesmas pessoas que tentaram matar um familiar dela nesse lanche, ocasião em que morreu um trabalhador que não tinha nada a ver. Ele era chapeiro da lanchonete e então teve a vida ceifada pelo desejo de vingança dessas pessoas que foram presas hoje”, diz Marília.

Anne Victoria Pinheiro Magalhães, 21, sequestrada, torturada e executada teve o corpo achado na rua Cecília Meireles, no bairro Ponta Negra.

“Ela foi sequestrada nessa Invasão Beiradinha, na Comunidade Tropical. A Anne era usuária de drogas e eles queriam que ela entregasse membros de uma facção criminosa rival e ela não sabia dizer o que eles queriam ouvir. Por isso, até menores, meninas teriam participado dessa tortura, desse homicídio dessa jovem”.

Há ainda na lista de crimes do trio, a execução de uma transexual conhecida como “Camila”, que foi achada morta dentro de um igarapé, no dia 28 de maio de 2022, na avenida Theomário Pinto, no bairro Chapada.

“A transexual também era usuária de drogas e vivia ali por aquelas redondezas e estava devendo algum traficante que ordenou que matassem ela também”, pontua a delegada.

Outra vítima dos suspeitos é o próprio comparsa deles que morreu após perder uma arma em uma “missão” e por não conseguir pagar por ela, acabou pagando com a vida.

Além dos três presos na Operação Asgard, a polícia segue com as investigações porque há mais integrantes da facção à solta e que tem envolvimentos nos crimes.

Fonte: Portal do Holanda

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